by Vânia Isabel Medina
Meus momentos... Pensamentos...Poesia(??) não Recitada..Palavras silenciadas... Cartas não Enviadas... Imagem by Kiramed
21/10/13
Break up (Online Relationship)
I hope I might not have to, but definetely: not an easy task to erase someone from your life nowadays. E-mail, Facebook, Skype, Whatsapp, Viber, Twitter, Mobile, Landline...etc. But still delete it from your head and heart is the most difficult ...
Afinal talvez seja amor...
Não sei se o que me prende a ti é
amor…se isto é amor. Ou apenas um cansaço. De começar de novo. Procurar meu
alguém. E não encontrar. Quem me dê tanta tesão. Que faça o meu corpo arrepiar só de pensar nela. Com quem faça amor e sexo e
tenha orgasmos loucos. Aquela com quem partilhe tanta coisa. Um cigarro. Uma
taça de vinho. Nights out. Jantares. Sabores diferentes. Viagens. Música.
Filmes. Alguém com quem goste de conversar. Alguém para quem olhe e sinta – ela
é linda. Querer abraçá-la, beijá-la e tocá-la a todos os momentos e de todas as
formas. Querer protegê-la e fazê-la feliz. Um sorriso, uma gargalhada, um dia
feliz. A mulher que me faz sorrir ao enviar uma mensagem de bom dia. Aquela com que adormeço e acordo feliz. De quem tenho saudades na estação de comboio, antes mesmo de vê-partir. E penso - tempo passa depressa para que eu possa estar com ela de novo. Afinal talvez seja amor…
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| Materi Photography |
Etiquetas:
Frases que me definem,
Frente Verso e Versos,
Hábitos Deliciosos e Refrescantes,
Not Delivered,
o que procuro,
Os 30 e a Cidade
I may give a hundred chances, forgive a hundred mistakes as long as they concern different issues. That's who we are. Perfectly imperfect individuals making mistakes throughout our journey in order to learn and become a better person. I understand that. What I am not able to get and forgive is the same mistake made over and over again, hurting yourself and the ones you love, doing nothing to change.
Then Yes, I may forgive a hundred times as long as is not exactly the same that happened in one of the other 99 times. If it is, I'll just walk away...
Then Yes, I may forgive a hundred times as long as is not exactly the same that happened in one of the other 99 times. If it is, I'll just walk away...
By Vânia Isabel Medina
Etiquetas:
Frases que me definem,
Frente Verso e Versos,
momentos que me definem,
Música que me define,
Not Delivered,
o que procuro
06/10/13
"The Great Fires", Jack Gilbert
![]() |
| Hakim Majid Abbas's Photography |
"Love is apart from all things.
Desire and excitement are nothing beside it.
It is not the body that finds love.
What leads us there is the body.
What is not love provokes it.
What is not love quenches it.
Love lays hold of everything we know.
The passions which are called love...
also change everything to a newness
at first. Passion is clearly the path
but does not bring us to love.
It opens the castle of our spirit
so that we might find the love which is
a mystery hidden there.
Love is one of many great fires.
Passion is a fire made of many woods,
each of which gives off its special odor
so we can know the many kinds
that are not love. Passion is the paper
and twigs that kindle the flames
but cannot sustain them. Desire perishes
because it tries to be love.
Love is eaten away by appetite.
Love does not last, but it is different
from the passions that do not last.
Love lasts by not lasting.
Isaiah said each man walks in his own fire
for his sins. Love allows us to walk
in the sweet music of our particular heart."
by Jack Gilbert
Hakim Majid Abbas's Photography in https://www.facebook.com/BlackAndWhitePhotography.Megashot
Hakim Majid Abbas's Photography in https://www.facebook.com/BlackAndWhitePhotography.Megashot
10/09/13
Let it Go: Happy 4th Anniversary “Not Delivered”
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| by Moises Levy L |
Este continua a ser meu lugar favorito. E hoje comemoro sua existência não como uma nova pessoa, mas uma versão melhorada de mim.
Impressionante como certas
decisões moldam-nos de forma determinante. Ter decidido deixar meu país, um
emprego que muitos consideravam para a vida, minha família e meus amigos pelo
desconhecido, por incertezas foi o melhor passo até hoje.
Estou feliz. Sou feliz.
Finalmente.
A minha mudança deu-me o poder de
saber de “eu quero, eu posso”.
Obstáculos tem aparecido desde o primeiro minuto. Em nenhum momento hesitei.
Cada vez mais tenho certezas. Do que quero. Do que não quero, do que preciso, do que posso facilmente dispensar.
Cada vez mais tenho certezas. Do que quero. Do que não quero, do que preciso, do que posso facilmente dispensar.
Estou mais leve. Mais eu. Mais
mulher. Mais humana. Mais pessoa. Perdoo o que outros não perdoariam com
grande facilidade porque já passei pelas mesmas experiências. Tantas!
Na mesma medida aumentou a minha intolerância à mentira, à falta de lealdade, de educação, respeito e amor.
Na mesma medida aumentou a minha intolerância à mentira, à falta de lealdade, de educação, respeito e amor.
Hoje comemoro o aniversário deste
meu lugar com um brinde ao “Let it Go”.
Deixe ir os pesos desnecessários,
amores de um só sentido, erros que podem ser corrigidos.
Deixe ir o medo de não ter nada, o desejo de querer ter tudo.
Deixe ir a insegurança de começar de novo, a dor de perder, o medo de não reencontrar.
Deixe ir aquela voz do “Não” e seja um “Sim”. À vida, a ti.
Deixe ir o medo de não ter nada, o desejo de querer ter tudo.
Deixe ir a insegurança de começar de novo, a dor de perder, o medo de não reencontrar.
Deixe ir aquela voz do “Não” e seja um “Sim”. À vida, a ti.
Deixe ir os conceitos e pré-conceitos
e permita-se a ser coração, sexual.
Deixe ir tudo o que for preciso
até que te encontres lado a lado a um sorriso teu, apenas.
Deixe ir, mas se for preciso
deixar voltar, seja capaz de deixar ir o orgulho, a mágoa, a tristeza, o medo
de voltar a tentar porque deu errado da primeira vez.
14/08/13
11/08/13
23/07/13
Can't get enough of your touch.
Whenever you touch me is like a song perfectly made to suit my soul and every corner of my body.
Naturally all my body slowly follows and moves into the rythm, getting each second more and more intense...
Naturally all my body slowly follows and moves into the rythm, getting each second more and more intense...
by Vânia Isabel Medina
22/07/13
18/07/13
05/02/13
Há Pessoas
Há Pessoas" que tenho conhecido. E que abrem a porta quando bato. Às vezes com algo tão simples quanto uma palavra ou gesto delas, num único momento - que na maioria vezes não se dirigiu a mim especificamente, mas que me inspirou a ser melhor. Isto é meu Obrigada a essas pessoas!
Knock. Knock.
Ainda existem brilhos reais por aí? A espontaneidade. A verdadeira beleza – a sinceridade. A capacidade de mostrar um sorriso, e com a mesma naturalidade uma lágrima?
Sofre menos quem se esconde por detrás de um sorriso que não é real?
Vivo deste meu olhar do mundo que, apesar de não carregar a mesma inocência que me caraterizava há anos atrás, agora embrulhada na minha maturidade, não deixa de ser verdadeiro.
De se mostrar exatamente como se é. De sorrir quando se está feliz e chorar se a tristeza invadir. Transição de um momento para o outro que muitas vezes se dá no espaço de uma palavra dita e sentida, de um beijo negado, de um sentimento não correspondido.
Knock. Knock.
Há pessoas leais. Amigas? Que fazem um elogio verdadeiro sem estarem a esperar algo em troca. Simplesmente porque conseguem ver e dizer o melhor das pessoas e fazem-no de forma livre, como quem acarinha suavemente.
Pessoas educadas. Simples.
Há pessoas?
Que me compreendam?
Que não tenham medo de minha abertura à vida. Que não esperem que aja de forma bonita a toda hora, como se antes de sair de casa tenha ensaiado cada gesto, cada palavra, cada copo que levo à boca, cada passo para que não tropece. Como se houvesse espaço para representação e nenhum para a naturalidade. Espontaneidade.
Há lugares, há pessoas?
Com as quais seja possível conectar. Conversar. Abraçar. Beijar. Estar. Olhar em silêncio. Conhecer. Dar-se. Profundo. Sincero.
Hoje parece-me tudo tão superficial. Tão descrente. Ninguém se mostra. Porque o outro não quer ver. Porque não se sabe se o outro se vai mostrar. Porque ninguém mais tem paciência. Querem que todos estejam bonitos, no seu melhor. Sorrisos perfeitos.
Arranjem-me uma máquina fotográfica que eu possa carregar por aí e ver que nestes rostos há um cérebro. Nestes corpos há um coração a bater. E outros orgãos bem feios. De beleza esta ilha está cheia. Quero ver e sentir essa "feiura". Real. Deixem as máscaras para o Carnaval.
Deixem, por favor, de me dizer que estou errada por ser aberta às pessoas e à vida. Não me critiquem porque há dias em que não estou bem.Em que faço asneiras. Eu e cada um de nós somos sorriso e drama. Carregamos o seu peso e nos fazemos deles.
Sou muito consciente de meus defeitos. Sempre foi mais fácil percebê-los do que minhas qualidades. Por várias razões. Mas a cada dia vejo que pessoa sou. E que pessoas existem.
E não me canso de dizer –sou esquisita, mas sou eu, muito verdadeira, cheia de amor e sinceridade. Cada sorriso que dou é sentido. Cada tristeza também. De mim só levas palavras reais.
Cheguei ao limite em que não admito julgamentos – seja do que for, de quem não me conhece.
Não admito pessoas na minha vida que confundam a minha capacidade de amar, a minha educação, paciência com fraqueza e abusem dela. Expulso com ferocidade, que se iguala em medida à minha humanidade e doçura.
Não admito que ninguém me trate mal. Já deixei. Já perdoei. Inclusive a mim. Talvez seja isso – o facto de ter feito muito mal a mim de tantas e tantas formas e de ter conseguido perdoar-me, de ter conseguido renascer e avançar, fez-me capaz de perdoar os outros.
Até hoje tento não julgar as pessoas. Tento perceber o que os motivou a ter determinada atitude. Ouço-as. Tento perceber.
E o que peço delas é que da mesma forma que abraçam e admiram a minha luz, meu otimismo e minha alegria tão Budistas, que acarinhem este meu lado tão humano e cheio de defeitos, de tristeza e erros, momentos menos bons. E perdoem.
Há pessoas em nós. Pessoas Yin e Yang. Há que se abraçar ambos. É o que nos faz real. O equilíbrio entre essas pessoas. A quem lhe interessar apenas o Yang – seu e dos outros, não lhe interessa o que realmente importa – a pessoa, o todo. Por mais que assuste. Deve também aproximar. É assim quando se quer alguém de verdade.
Há pessoas em mim. Muitas. Minha essência é ser uma boa pessoa. Simples e crente. Sorriso. E assim quero ficar. Mas também sou aquela mulher que tem dias melancólicos, e que erra.
Cheguei ao impasse que tanto temia. De estar em cima do muro. Entre o que sempre acreditei e a descrença. Entre o amor imenso e o vazio. Entre o ser e sentir tudo e o sentir nada.
Antes que caia para o lado errado percebi finalmente que há pessoas por aí. Muitas. Que não interessam. Que não fazem parte.
Há também aquelas que interessam. E fazem por isso em cada momento que estão juntos.
Há pessoas por aí.
Peneirei e poucas ficaram.
By Vânia Isabel Medina
5 de Fevereiro de 2013
Knock. Knock.
Ainda existem brilhos reais por aí? A espontaneidade. A verdadeira beleza – a sinceridade. A capacidade de mostrar um sorriso, e com a mesma naturalidade uma lágrima?
Sofre menos quem se esconde por detrás de um sorriso que não é real?
Vivo deste meu olhar do mundo que, apesar de não carregar a mesma inocência que me caraterizava há anos atrás, agora embrulhada na minha maturidade, não deixa de ser verdadeiro.
De se mostrar exatamente como se é. De sorrir quando se está feliz e chorar se a tristeza invadir. Transição de um momento para o outro que muitas vezes se dá no espaço de uma palavra dita e sentida, de um beijo negado, de um sentimento não correspondido.
Knock. Knock.
Há pessoas leais. Amigas? Que fazem um elogio verdadeiro sem estarem a esperar algo em troca. Simplesmente porque conseguem ver e dizer o melhor das pessoas e fazem-no de forma livre, como quem acarinha suavemente.
Pessoas educadas. Simples.
Há pessoas?
Que me compreendam?
Que não tenham medo de minha abertura à vida. Que não esperem que aja de forma bonita a toda hora, como se antes de sair de casa tenha ensaiado cada gesto, cada palavra, cada copo que levo à boca, cada passo para que não tropece. Como se houvesse espaço para representação e nenhum para a naturalidade. Espontaneidade.
Há lugares, há pessoas?
Com as quais seja possível conectar. Conversar. Abraçar. Beijar. Estar. Olhar em silêncio. Conhecer. Dar-se. Profundo. Sincero.
Hoje parece-me tudo tão superficial. Tão descrente. Ninguém se mostra. Porque o outro não quer ver. Porque não se sabe se o outro se vai mostrar. Porque ninguém mais tem paciência. Querem que todos estejam bonitos, no seu melhor. Sorrisos perfeitos.
Arranjem-me uma máquina fotográfica que eu possa carregar por aí e ver que nestes rostos há um cérebro. Nestes corpos há um coração a bater. E outros orgãos bem feios. De beleza esta ilha está cheia. Quero ver e sentir essa "feiura". Real. Deixem as máscaras para o Carnaval.
Deixem, por favor, de me dizer que estou errada por ser aberta às pessoas e à vida. Não me critiquem porque há dias em que não estou bem.Em que faço asneiras. Eu e cada um de nós somos sorriso e drama. Carregamos o seu peso e nos fazemos deles.
Sou muito consciente de meus defeitos. Sempre foi mais fácil percebê-los do que minhas qualidades. Por várias razões. Mas a cada dia vejo que pessoa sou. E que pessoas existem.
E não me canso de dizer –sou esquisita, mas sou eu, muito verdadeira, cheia de amor e sinceridade. Cada sorriso que dou é sentido. Cada tristeza também. De mim só levas palavras reais.
Cheguei ao limite em que não admito julgamentos – seja do que for, de quem não me conhece.
Não admito pessoas na minha vida que confundam a minha capacidade de amar, a minha educação, paciência com fraqueza e abusem dela. Expulso com ferocidade, que se iguala em medida à minha humanidade e doçura.
Não admito que ninguém me trate mal. Já deixei. Já perdoei. Inclusive a mim. Talvez seja isso – o facto de ter feito muito mal a mim de tantas e tantas formas e de ter conseguido perdoar-me, de ter conseguido renascer e avançar, fez-me capaz de perdoar os outros.
Até hoje tento não julgar as pessoas. Tento perceber o que os motivou a ter determinada atitude. Ouço-as. Tento perceber.
E o que peço delas é que da mesma forma que abraçam e admiram a minha luz, meu otimismo e minha alegria tão Budistas, que acarinhem este meu lado tão humano e cheio de defeitos, de tristeza e erros, momentos menos bons. E perdoem.
Há pessoas em nós. Pessoas Yin e Yang. Há que se abraçar ambos. É o que nos faz real. O equilíbrio entre essas pessoas. A quem lhe interessar apenas o Yang – seu e dos outros, não lhe interessa o que realmente importa – a pessoa, o todo. Por mais que assuste. Deve também aproximar. É assim quando se quer alguém de verdade.
Há pessoas em mim. Muitas. Minha essência é ser uma boa pessoa. Simples e crente. Sorriso. E assim quero ficar. Mas também sou aquela mulher que tem dias melancólicos, e que erra.
Cheguei ao impasse que tanto temia. De estar em cima do muro. Entre o que sempre acreditei e a descrença. Entre o amor imenso e o vazio. Entre o ser e sentir tudo e o sentir nada.
Antes que caia para o lado errado percebi finalmente que há pessoas por aí. Muitas. Que não interessam. Que não fazem parte.
Há também aquelas que interessam. E fazem por isso em cada momento que estão juntos.
Há pessoas por aí.
Peneirei e poucas ficaram.
By Vânia Isabel Medina
5 de Fevereiro de 2013
01/02/13
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| by Tito Elbling "Body Heart" |
When you see someone you like your heart can instantly react...
When you see someone you love both your heart and your body will instantly react...
........and that's the most amazing feeling ever
by Vânia Medina
The Pursuit of Greatness
I have a deep sense of gratitude.
I have a good life.
I'm aware I've achieved some good victories.
But that is not enough.
I have this feeling that my potential is larger than who I am now.
I feel it...
And that's what moves me.
I wanna be great.
By Vânia Medina
I have a good life.
I'm aware I've achieved some good victories.
But that is not enough.
I have this feeling that my potential is larger than who I am now.
I feel it...
And that's what moves me.
I wanna be great.
By Vânia Medina
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